Crise, crise e mais crise, deve ser a palavra mais usada e ouvida no ano de 2011. Sem dúvida que a crise é uma realidade e está na nossa “casa”, presente em todo lado e não foi convidada.
Isso nota-se em tudo o que envolve a actividade física e desportiva, os orçamentos das juntas de freguesia ou câmaras municipais que tinham como destino essa mesma área foram muito reduzidas ou não foram contempladas, assim como federações e clubes desportivos.
Como não poderia deixar de ser, havendo tantos cortes, as famílias também os fazem e quando não há possibilidade, o 1º corte acontece no “ginásio”. Por vezes não dando a real importância do “treino” ou da sessão, do desanuviar de uma realidade angustiante vivida ultimamente. Quando digo isto, é porque existem famílias que cortam nessa possibilidade mas continuam a gastar, “uma mensalidade”, para ir jantar fora. Penso que não é o mais sensato. Mas claro que existe aquelas que têm mesmo que cortar e não “jantam” fora, nestes caso, deve haver uma “humildade” do praticante em pedir que lhe seja solicitada uma “ajuda social” na prole da continuidade e melhoramento de um futuro de bem estar e valorização desportiva, se for o caso.
Se for ginásio é mais fácil falar do que acontecer, pelo aspecto “mercantil” desse local, para um clube apenas de karate ou futebol, isto é, de apenas uma modalidade, a possibilidade dessa ajuda é mais simplificada, havendo iniciativa do praticante.
Por isso existe sempre possibilidade de continuar a treinar e não deixar que a crise nos prejudique ainda mais do que já está a fazer.
Sejam fortes um grande abraço
Fernando Ferreira
